San Juan se transformou no cenário de um acontecimento artístico e cultural sem precedentes com a realização do Terceiro Congresso Mundial de Piramidismo Cromático, um encontro internacional que reuniu artistas, gestores culturais, pesquisadores, imprensa, bailarinos, autoridades e público de diferentes países sob uma mesma visão: transformar a arte em uma experiência emocional e vibracional.
O evento foi impulsionado pela organização cultural Walking Through Art, cuja diretora, Carol Chacón, teve papel fundamental na realização e projeção internacional do congresso. Seu trabalho permitiu unir diferentes culturas e abrir espaços onde a arte contemporânea, a identidade latino-americana e as novas correntes pictóricas dialogaram em harmonia.
O congresso também prestou homenagem a Margarita Acuña, reconhecida dentro do movimento como a “Mãe do Piramidismo Cromático”, por seu apoio constante, sensibilidade humana e compromisso com o crescimento do movimento artístico criado por GOTASI. Sua presença simbolizou a força espiritual e humana que acompanha o Piramidismo Cromático desde seus primeiros passos.
Outro dos grandes reconhecimentos do encontro foi destinado à ex-diretora das Pintoras de San Juan, figura importante no desenvolvimento cultural e artístico da região, que apoiou o intercâmbio entre artistas internacionais e o fortalecimento de novos espaços para a arte contemporânea.
Também se destacou a participação da artista piramidista Patricia Aguilar, cuja presença trouxe sensibilidade, energia criativa e uma visão profundamente conectada com os meios de comunicação de San Juan e com a vibração cromática que caracteriza o movimento.
O Terceiro Congresso Mundial reuniu 15 artistas internacionais provenientes de diversos países, entre eles França, Espanha, Honduras, Inglaterra, México, Panamá, Porto Rico, Chile, Taiwan, Colômbia, Equador, Estados Unidos e Argentina, consolidando o Piramidismo Cromático como um movimento artístico global em constante expansão.
Um dos momentos mais históricos do congresso foi a criação e entrega de um mural monumental realizado pelos pioneiros piramidistas, concebido como um legado artístico permanente para a história cultural de San Juan. A obra, com aproximadamente 2,40 metros de largura por 6 metros de comprimento, foi entregue oficialmente ao diretor do Centro de Convenções de San Juan como símbolo de integração cultural, energia coletiva e fraternidade artística internacional.
A monumental peça reuniu a essência do Piramidismo Cromático: estruturas vibracionais, força cromática, movimento espiritual e união humana por meio da arte. O mural representa não apenas uma obra visual, mas também um testemunho histórico do nascimento e da consolidação de um movimento artístico contemporâneo de alcance internacional.
Também merecem destaque as conferências realizadas durante o congresso, nas quais importantes pesquisadores e representantes do Piramidismo Cromático compartilharam estudos, reflexões e contribuições fundamentais sobre a filosofia, a estrutura e a evolução do movimento. Essas apresentações enriqueceram o evento e ajudaram a posicionar o congresso como um espaço de análise artística e cultural de grande relevância internacional.
Durante as jornadas foram realizadas exposições, encontros culturais e apresentações artísticas que integraram dança tradicional argentina, pintura contemporânea e diálogo multicultural, criando uma atmosfera única onde tradição e vanguarda conviveram em perfeita harmonia.
O criador do movimento, Gotasi, explicou que o Piramidismo Cromático é o primeiro movimento pictórico do século XXI, validado e apresentado na ONU. A proposta busca levar o espectador a uma experiência emocional profunda por meio da combinação de cor, energia, estrutura e vibração visual. Cada obra procura transmitir movimento espiritual e conexão humana, visualizando pela primeira vez na história da arte a energia, a vibração e a frequência em uma obra, transformando a pintura em uma experiência viva.
As obras expostas refletiram a união entre artistas, representantes culturais, historiadores e imprensa, demonstrando que a arte pode se transformar em uma ponte universal capaz de unir diferentes países, idiomas e gerações.
Com este encontro internacional, San Juan ficou marcada como uma das capitais culturais do novo movimento artístico vibracional global, que continua se expandindo da América Latina para o mundo.
O Piramidismo Cromático já não é apenas uma proposta estética; tornou-se uma filosofia artística baseada na emoção, na energia e na conexão humana por meio da cor.
Um agradecimento especial a todas as autoridades, artistas, pioneiros, pesquisadores, profissionais da imprensa e gestores que foram essenciais para a realização deste evento histórico:
María Dávalos,
Gladys Meneses,
Mayte Gudiño,
Valezca Canelo,
Carola Padma Marchant,
Carlos Parra,
Patricio Llanos,
Dr. Luis Eduardo Puente,
Dr. Christian Viteri,
Ricardo Canales,
Francisco Arroyo,
Gregory Dufus,
Lorena Ramos,
Carlos Gualo,
Irma Olivera,
Doreli Ríos,
Lena Caballero,
Sheila Ríos Vélez,
Mireya Paredes,
Chang Ching Jum e
Gustavo Núñez.
